terça-feira, 17 de setembro de 2013

Casa Cor Paraná 2013

Como vocês devem saber a Casa Cor é o maior evento de arquitetura e decoração das Américas e o segundo do mundo. E mais uma vez o ARQTED teve a oportunidade de comparecer em uma edição da Casa Cor para trazer as novidades do mundo da arquitetura e da decoração. Dessa vez fomos prestigiar a Casa Cor Paraná 2013, que aconteceu em Curitiba, na Sede Social União Juventus, no Ecoville, entre os dias 1º de agosto a 15 de setembro de 2013. Por sinal, um espaço amplo e bastante agradável com uma grande quantidade de ambientes, principalmente de livings, que foram destaque na mostra. Não tivemos tempo para ir em todos os ambientes, mas trouxemos alguns deles que nos chamaram atenção. Confira!


No lounge Simmetria o que chamou mais atenção foi essa parede de combogós esculpida no mármore e que recebeu iluminação. O ambiente criado por Elaine Zanon e Claudia Machado tem destaque também para a grande quantidade de tons neutros e terrosos que deixam o ambiente leve e charmoso.


O living, com alguns pontos de cor em preto e azul, como na estante, no centro e nas almofadas, trouxe uma mistura de materiais, tanto no mobiliário quanto nos revestimentos, que dão a sensação de aconchego.



No loft do piloto de automobilismo a mistura de diferentes revestimentos chamou bastante atenção. Em contraposição, a utilização de tons neutros no mobiliário acinzentado harmonizou o ambiente. Projeto de Hellen Caroline Giacomitti.


No studio de um jovem casal, o charme ficou por conta da sala de jantar com o uso de tons neutros contrastando com detalhes em madeira. O uso da iluminação direta e indireta enriqueceram ainda mais o ambiente. Projeto das arquitetas Helena e Letícia de Moura.


O requinte do loft do solteiro, de Jeslayne Valente e André Menin, se estendeu para a cozinha. Muitos armários, nichos e prateleiras em cores claras em contraposição às cores escuras das paredes e bancada. Uma cozinha de um solteiro que gosta de cozinhar e receber em casa!



No loft da executiva, projetado por Yara Mendes, a decoração em branco e tons de azul deixou o ambiente chique e descontraído. O interessante jogo de painéis funciona como nichos com diferentes usos. A cozinha e o banheiro ficaram embutidos em um armário aos fundos. Lindo!


O lounge Hunter Douglas Luxaflex chama atenção pelo contraste de cores e texturas como das paredes em tijolo aparente e do tapete e dos quadros em tons de azul. Composição que pede tons neutros para os estofados e mobiliário. Projeto de Fabianne Brandalise, Manuela Lamego, Karin Brenner e Silvia Pedroso Xavier.


O espaço do cinema em casa, que foi inspirado na trilogia "50 Tons de Cinza, trouxe mobiliários em tons neutros em contraste com os tons escuros dos eletrônicos e dispositivos técnicos. Conforto, sofisticação e tecnologia ficam por conta também dos diferentes painéis acústicos. Projeto de Luiz Maganhoto e Daniel Casagrande.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Áreas de serviço pequenas e organizadas

Hoje trouxemos um trecho de matéria publicada sobre áreas de serviço pequenas publicadas na Revista Minha Casa. Os projetos são diversificados e apresentam soluções criativas e diferentes para esses espaços que geralmente estão sempre ocupados por roupas, produtos de limpeza, utensílios domésticos, etc. e que acabam ocupando espaço. Por isso a necessidade que se tem de muitos armários e gavetões, além de prateleiras altas para segurança das crianças. Geralmente são utilizadas cores claras no mobiliário e as bancadas em cores escuras devido a ação dos produtos de limpeza. O varal retrátil, apesar de aparecer em apenas um dos projetos, é uma boa opção para áreas de serviço pequenas, principalmente as de apartamentos.


Prateleiras deixam os produtos de limpeza longe das crianças. Nos gavetões, há lugar para separar as roupas sujas e as peças para passar. O cabideiro auxilia na segunda tarefa,já que agora é possível abrir a tábua ali mesmo. Projeto do arquiteto Rodrigo Martinelli.


Na área de serviço, o dente na alvenaria abriga a hidráulica. Mas isso não causou problema: as prateleiras foram desenhadas especialmente com esse recorte. A máquina lava e seca é ladeada por armários, próprios para esconder baldes e bacias. Projeto de Renata Cáfaro.


Cozinha e lavanderia são delimitadas por um painel estreito. Meia-parede envidraçada separa esses ambientes da varanda deste apartamento-modelo de 80 m² assinado pelo arquiteto José Carlos de Paula Luz. O piso é de porcelanato claro e uma faixa do mesmo material em outro tom simula uma passadeira.


Somadas, a cozinha e a lavanderia medem 7,50 m². Por isso, a designer de interiores Renata Marré abriu mão de qualquer divisória e unificou os espaços. Outro recurso foi a base neutra, obtida com laminado branco nos gabinetes, azulejos básicos em boa parte das paredes e porcelanato no piso.


Para aproveitar na cozinha a luminosidade que vem da área de serviço, os moradores separaram os ambientes com uma porta de correr de vidro. Cada vareta do varal sobe e desce individualmente, facilitando a tarefa de pôr as roupas para secar. Projeto da arquiteta arquiteta Marina Barotti.


Uma forma prática de poupar metragem é instalar a secadora acima da máquina de lavar roupa. Apenas 1 m² da parede do tanque tem cobertura de azulejos, o bastante para proteger a alvenaria da água que espirra. As demais superfícies receberam tinta acrílica. Projeto de Douglas Honma.

Fonte: Revista Casa

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Residência do mês

A residência do mês de agosto é o projeto da Lee House do escritório Studio MK27 comandado pelo arquiteto Márcio Kogan, em parceria com Eduardo Glycerio. A Casa Lee realizada em Porto Feliz, São Paulo, retrata muito bem o estilo particular do arquiteto de resolver o programa residencial com poucos elementos, geralmente com volumes que se interceptam ou se cruzam. Porém aqui ele utilizou um único volume radicalmente horizontal abrigando todo o uso residencial.




Com uma área construída de 900 metros quadrados, em um terreno de 4000 metros quadrados, a residência possui um programa extenso que conta com três setores bem definidos em um único pavimento: ao centro está a área social com estar, jantar, terraço com churrasqueira, bar e vestiários, além do deck e da piscina; à esquerda está o setor de serviço estão a garagem, cozinha, copa, lavanderia, dependência de empregada e "dependência do caseiro"; e finalmente no setor intimo, à direita, tem quatro suítes, sendo uma suíte master, e mais um deck com espaço fitness, sauna e hidromassagem.


Além de sua volumetria, chama atenção na residência a integração que a mesma apresenta com as áreas externas dos jardins. A grande cobertura tem seus espaços internos delimitados por caixas de madeiras formadas por portas que abrem e fecham a casa. Foram utilizadas estratégias de conforto ambiental da arquitetura tradicional e até mesmo moderna brasileira. A área social tem ventilação cruzada, o que reduz significativamente a temperatura interna, enquanto a área íntima é protegida por painéis de muxarabis de madeira colocadas nas portas que filtram o sol, sem retirar a ventilação deslizante.



Além da grande quantidade de madeira utilizada no acabamento dos ambientes internos, a casa foi construída em concreto armado revestido por argamassa branca e o pátio interno do SPA é cercado por uma parede de pedras naturais. No piso foi utilizado o concreto aparente que está presente em toda a área social e de serviço, enquanto que na área íntima prevaleceu o uso do piso em madeira. O Studio MK27 utilizou uma condensada paleta de materiais além de favorecer uma organização simples e eficiente do programa criando uma atmosfera minimalista que se estende desde o exterior até o interior da casa.



O projeto de iluminação também tem destaque tanto nos exteriores quanto nos interiores. A iluminação natural tem seu máximo aproveitamento de dia, enquanto que no período da noite a Casa Lee tem destacados seus volumes emadeirados graças a iluminação embutida no piso. Nos ambientes internos, a iluminação artificial é utilizada de forma pontual e não geral, ou simplesmente funcional, sendo extremamente mínima, mas não menos primorosa. Alguns elementos da decoração tem a luz a seu favor em móveis, painéis, etc. No mais, a Casa Lee é minimamente grandiosa em seus detalhes.



Fonte das imagens: ArchDaily

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Iluminação de escadas

O uso adequado da luz pode fazer toda a diferença quando o assunto é decoração de interiores. Uma iluminação bem projetada proporciona diferentes efeitos e traz destaque para elementos arquitetônicos ou da própria decoração como um quadro, uma escultura, etc. Um bom projeto luminotécnico vai mais além do que a simples preocupação em iluminar os ambientes para a realização das atividades diárias.  A luz tem a função de intensificar e valorizar todos os elementos da decoração ressaltando seus pontos fortes e disfarçando seus pontos fracos.

No caso da iluminação de escadas, a luz é utilizada tanto como elemento para valorizar esses elementos arquitetônicos quanto para contribuir com a sua funcionalidade. Um bom projeto de iluminação pode tirar partido do tipo de escada ou do próprio material utilizado na sua confecção. As luminárias podem ser embutidas na parede onde a escada está fixa, nos degraus da escada ou no próprio corrimão. Hoje trouxemos diferentes idéias que podem ser utilizados para das destaque à escada, aos degraus etc. valorizando ainda mais o projeto. Escadas são elementos muito particulares existindo vários tipos e vários tamanhos. Por isso, converse com o seu arquiteto para que ele personalize o projeto da sua escada.


Escada com degraus em balanço revestidos em madeira com balizadores embutidos na parede e dispostos alternadamente. Projeto do EMA, Espacio Multicultural Arquitectura (México)


Uma variação da escada anterior onde os balizadores foram colocados em todos os degraus. Aqui a escada possui degraus em balanço revestidos por mármore travertino bruto. Projeto André Piva.


Nessa escada a iluminação com LED foi embutida no piso dos degraus de forma alternada gerando feixes de luz na parede. Projeto da Vivi la Luce. 


No projeto dessas escadas rolantes a iluminação, além de ter uma coloração diferente da cor branca, foi utilizada ao longo dos corrimãos. Projeto de Philippe Starck. 


Nessa escada o corrimão foi embutido na parede de pedras e ganhou iluminação internamente. Projeto da arquiteta Ana Paula Barros.


A iluminação embaixo dos degraus de mármore deu um maior destaque a essa escada que também ganhou iluminação especial no corrimão embutido na parede. Projeto da arquiteta Myrna Porcaro.


A iluminação dessa escada não está diretamente ao nível dos degraus, mas na laje de teto que se projeta sobre a escada. Projeto do K/M2K (África do Sul).


Aqui as luminárias embutidas no rebaixo de gesso direcionam o facho de luz à escada em madeira. Projeto luminotécnico foi desenvolvido pelas arquitetas Angela Diniz e Joana Goulart, da InFoco Arquitetura, Design e Lightdesign.

Fonte das imagens: Site dos arquitetos (as) e escritórios de arquitetura

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Decoração de academias

Ir para a academia para se exercitar é uma atividade diária que tem se tornado comum na vida das pessoas, ainda que muitas não gostem de frequentar esses espaços, mas que são obrigadas a ir para melhorar a saúde. Na ultima década, as academias e os espaços fitness se tornaram mais comuns em grandes empreendimentos como shopping centers, centros empresariais e em condomínios residenciais. São projetos que tem feito parte do currículo de muitos arquitetos e escritórios de arquitetura. Hoje trouxemos alguns projetos de decoração de academias para ver as soluções utilizadas para torná-las mais atrativas e aconchegantes aos usuários. Não existente uma regra geral para ambientar uma academia, mas a ambientação deve levar em conta o espaço disponível, as atividades e modalidades que serão oferecidas e a quantidade de equipamentos necessários.  

É preciso pensar também em um espaço bem iluminado e ventilado naturalmente, já que muitas pessoas vão dividi-lo ao mesmo tempo. A transpiração e a respiração de muitas pessoas em um ambiente fechado e mal iluminado pode ser transmissora de doenças. Se não for possível iluminar o espaço naturalmente, utilize as luzes fluorescentes (luzes frias) pois elas iluminam o ambiente de modo homogêneo. Além disso, elas não contribuem para o aquecimento do local por não gerarem calor como as lâmpadas comuns. Além disso é importante optar por um tipo de piso de fácil manutenção e limpeza, mas que também seja resistente aos impactos e a grande circulação de pessoas. Hoje no mercado existem várias opções disponíveis especificamente para academias entre laminados, emborrachados e cerâmicos. É importante que sejam pisos antiderrapantes. Outro item bastante comum nos projetos são os grandes panos de espelhos de piso a teto, que além de darem a sensação de um ambiente mais amplo, servem para que os usuários se observem na hora da malhação.


No projeto desta academia, inaugurada na cobertura de um shopping, foi utilizado o piso de madeira de alto padrão e todas as paredes são envidraçadas. O local ainda conta com alguns jardins de inverno. Projeto do arquiteto Isay Weinfeld.


Essa academia tem a distribuição e a organização do espaço definidas pela própria paginação do piso, que por meio de uma faixa, como uma pista de corrida, divide os equipamentos. O piso é amadeirado em PVC - anti-ácaro. Projeto da arquiteta Laciana Taquary para Casa Cor Goiás 2010.


Esse espaço ganhou cor nas paredes, e apesar dos poucos panos de vidro, a academia tem um pé-direito duplo e é bem iluminada. Também possui alguns espaços verdes e materiais ecológicos. Os pufes e as molduras dos espelhos são iluminados. Projeto de José Henrique Xavier e Anna Roberta Lira.


No projeto dessa academia as cores fortes das paredes contrastam com as cores neutras do piso e dos aparelhos. Foi utilizado piso vinílico e pano de espelho de piso a teto. Projeto das arquitetas Carolina Magalhães e Tatiana Pandolfi para Casa Cor Brasília 2009.


Nesse projeto dessa academia o piso vinílico também foi utilizado, além de panos de espelho e painéis com atletas de diferentes modalidades que ajudam a estimular os usuários. A cor verde é destaque apenas nos diversos aparelhos.

Fonte das imagens: Casa Abril

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Mofo nas paredes... O que fazer?

Frio, muita chuva e umidade... esses fatores, juntamente com a falta de ventilação e de radiação solar, são as causas associadas de boa parte do mofo que se instala nas paredes de casas e apartamentos nesse período de inverno, principalmente no Sul e Sudeste do país. Antes de tomar qualquer medida para combatê-lo é necessário esperar o período de frio e de chuvas, pois o problema pode não ser bem resolvido. Mesmo o mofo sendo um fungo, e bastante sensível a produtos que contenham amônia, cloro e ácido sulfúrico, ele se prolifera muito rapidamente. Mas então fica a pergunta, o que fazer para resolver o problema?


O primeiro passo é verificar as causas do problema, ou seja, de onde o fungo está surgindo: nas paredes, no teto? E qual o tamanho das manchas: em toda a extensão da parede e/ou do teto ou em pontos específicos? É importante fazer essas observações, pois elas darão as pistas para encontrar a solução do problema, que pode ser advindo de uma infiltração, um vazamento ou mesmo do encharcamento das paredes. Depois de encontrar a raiz do problema é possível tomar as medidas mais adequadas para resolvê-lo ou saná-lo, e então partir para combater o mofo.


Algumas causas do aparecimento do mofo 

A primeira coisa a ser feita é a limpeza das paredes retirando o excesso de mofo existente. O fundo é um micro-organismo muito sensível a produtos que contenha cloro, amônia. Geralmente são utilizados água sanitária e vinagre diluídos em água para realizar a limpeza. Depois de secar, é hora de escolher o produto mais adequado para retardar o aparecimento dos fungos. No mercado existem diversos produtos que podem ser utilizados como tintas, impermeabilizantes, vernizes e plastificantes para aplicar nas paredes, que podem ser utilizados isoladamente ou em conjunto.

Mas as tintas anti-mofo são os produtos mais comumente utilizados. Em versões acrílica e látex, com cheiro e sem cheiro, têm em sua composição substâncias para evitar o crescimento de fungos. Existem diversas marcas no mercado com eficiência comprovada no combate aos micro-organismos, como Coral, Suvinil, Sherwin Williams, entre outras. Recomenda-se a aplicação de duas a três demãos de tinta, obedecendo o tempo de secagem indicada por cada fabricante para que o produto tenha maior eficácia e melhor rendimento. Elas vão ajudar a proteger a casa dos fungos por mais tempo, mas é preciso, sempre que possível, ventilar e iluminar os ambientes para que as manchas não reapareçam. E chega de mofo!

Fonte das imagens: Mãos a obra 

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Residência do mês


A residência do mês que trouxemos hoje é a Casa Rex do escritório paulista FGMF Arquitetos (do trio Fernando Forte, Lourenço Gimenes, Rodrigo Marcondes Ferraz). A Casa Rex na realidade é um estúdio de design que ocupa uma antiga residência dos anos 1940, no bairro do Pacaembu em São Paulo, a qual não tinha uma identidade própria em seu espaço físico até então. Mas se a idéia do escritório FGMF foi essa, eles conseguiram alcançar e superar os seus objetivos. A fachada chama atenção pelo uso de módulos dispostos de forma alternando dois tipos de pedras: arenito vermelho e cascalho cinza em gabiões.



Ocupando uma área de 603 metros quadrados, o programa dos clientes foi dividido em três partes: a área de encontro, onde haveria a recepção e um lugar exibindo projetos do escritório. A área do estúdio, completamente separada da primeira, onde todos trabalhariam juntos em um espaço aberto e com pé-direito duplo. E, finalmente, a área frontal externa, com acesso restrito e controlado.


PAVIMENTO TÉRREO

PAVIMENTO SUPERIOR

Se o edifício chama atenção por sua fachada, seus interiores são ainda mais surpreendentes. Os profissionais tiveram que lidar com baixos recursos disponíveis para a reforma e recorreram a soluções incomuns que valorizaram ainda mais a proposta. A complexidade de formas e a combinação de diferentes materiais, além da utilização de materiais próprios de obras de infraestrutura urbana, são os pontos fortes também internamente. O empilhamento de caixas pré-moldadas de concreto, utilizadas na canalização de córregos, que faz as vezes de uma grande estante. O mesmo módulo, combinado a peças de madeira, constitui a escada de ligação entre os dois pavimentos do escritório da agência.



Nos setores sociais da recepção do escritório, o destaque fica por conta do grande contraste dos materiais utilizados e dos percursos brancos, no térreo, e dos volumes das salas de reuniões, no pavimento superior, à rudeza das pedras no chão e paredes, pilares, vigas e lajes aparentes. É quase como uma mistura de uma galeria e um espaço corporativo, algo diferente para uma empresa incomum. O projeto resulta de uma arquitetura essencialmente simples, sem muito arrojo estrutural, mas rica nos que diz respeito ao trato com os materiais e na aplicação de soluções inventivas.



Fontes das imagens: FGMF Arquitetos