quinta-feira, 25 de abril de 2013

Residência do mês

A residência do mês é a refoma desse loft realizada pelo arquiteto Diego Revollo, em São Paulo. A reforma contou com as mudanças físicas do apartamento como também com o desenho de várias das peças de decoração projetadas pelo próprio arquiteto. O loft tem os materiais e instalações deixados aparentes como no caso do mezanino em estrutra metálica e as vedações em tijolo aparentes, ainda que ambos receberam pintura em tons de preto e neutro, respectivamente. 

 

O loft tem um ar clean e contemporaneo para atender as necessidades de seu morador. Os ambientes são todos integrados sem divisórias que impeçam a visualização de todos eles. Esse recurso traz integração e amplitude para o loft, que conta com living, varanda, lababo e cozinha no pavimento térreo, e no mezanino, quarto, closet e banheiro, criando uma separação entre a área social e a área íntima. A área total é de 100m².


 plantas baixas térreo e mezanino

Os tons neutros estão presentes nas paredes que receberam uma camada fluída de cimento queimado e da estrutura metálica que recebeu tintura preta especifíca, como também estão presentes no mobiliário e nas peças decorativas. O pé-direito duplo  favorece a amplitude do living que conta com uma grande esqudria envidraçada que fornece a iluminação natural que pode ser controlada por uma tela solar de acionamento eletrônico.


O home theater foi todo instalado em um painel de laca preta extra-brilho. O painel emoldura a tv e diminui a sensação da altura nesse lugar. O piso foi feito de madeira de demolição ebanizada (técnica que escurece o material) é o mesmo em todo o pavimento térreo do loft, material que também reveste as pisadas da escada metálica que também foi desenhada pelo arquiteto. O piso em madeira dá mais aconchego e aquece os ambientes.
 
  
A sala e acozinha são divididas por uma bancada de inox, desenhada também pelo arquiteto. A mesa de jantar, com tampo de madeira, é ligada à bancada da cozinha e rodeada por cadeiras de acrílico. A cozinha recebeu vários armários com basculantes e gavetões também na cor preto. A área de serviço com tanque e máquina de lavar roupas fica reservada em um deles.



No mezanino, as paredes que isolavam o closet e o banheiro foram retiradas, integrando tudo ao dormitório. A bancada de madeira demarca os ambientes e serve de apoio para a cuba espelhada, que forma uma coluna. O armário do closet tem apenas uma porta, de correr, revestida por um espelho. A louça preta contribui para o clima moderno e masculino da decoração.



A cabeceira da cama é um painel fixo à parede, desenhado pelo arquiteto. Os criados-mudos estão presos a esse painel. O banheiro é completamente integrado ao dormitório e completamente revestido de cimento queimado do teto ao piso, e recebeu resina impermeabilizante nas áreas expostas à água. Conta com uma banheira que mede 2,10 m de comprimento e um chuveiro preso ao teto. Para evitar que o espaço fique muito molhado, foi instalada uma barreira de vidro próxima à ducha. 




Fonte: Adaptação de UOL Casa e Decoração

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Os tipos de esquadrias para sua casa

Na hora de escolher as janelas e portas para nossa casa, sempre ocorre a dúvida de que material utilizar. Ultimamente os consumidores passaram a considerar a esquadria em PVC uma opção ao alumínio e à madeira utilizada nas esquadrias.Para ajudar nessa decisão, vou fazer uma síntese desses três materiais: madeira, alumínio e, por último, o PVC:


MADEIRA 
Para quem quer dar uma rusticidade maior à sua casa, a opção sempre vai para madeira. Uma de suas principais característica da madeira é por não esquentar quando exposta ao Sol. Mas não se engane: a esquadria de madeira requer tratamento com tinta e/ou vernizes e a adoção de uma política de manutenção constante, para evitar que a madeira se deteriore e resista ao ataque de insetos.
Normalmente as esquadrias de madeira são fabricadas manualmente, o que permite que a estanqueidade (vedação para vento e chuvas) fique muito a desejar.


ALUMÍNIO
Largamente utilizadas em edifícios e em casas que apelam para uma arquitetura mais clean com mais vidros. Possibilidade vencer grandes vãos (fachadas). Em relação à madeira, a grande vantagem é que não precisa de manutenção constante. Porém já não tem boa atuação como isolante térmico ou acústico, o alumínio e grande condutor do calor. Assim como na madeira, o alumínio é fabricado com perfis  parafusados, muitas vezes deixando brechas para aquela água da chuva ir penetrando devagarzinho. É importante verificar a vedação na instalação e, se for o caso, usar selantes para evitar surpresas no primeiro temporal.


PVC
Sua maior vantagem é ser um material atérmico, ou seja, não esquenta nem esfria. Então para nossa região que é muito quente esse material é o ideal. Quanto a durabilidade e manutenção consegue ainda se superar ao alumínio, pois não tem pintura que possa vir a se descascar como no alumínio. Além de tudo isso, os fabricantes são unânimes ao afirmar que os modelos de PVC tem melhor vedação e estanqueidade que os de alumínio, pois as esquadrias são monobloco, sem junções que permitam a entrada de água e pó. Por ser indeformável, o produto funciona como um fechamento hermético. Dessa forma tem um desempenho melhor como isolantes acústicos do que os modelos em madeira e alumínio. Agora atenção: Verifique se o PVC encontrado é o U-PVC, pois existem ainda no mercado alguns PVC de baixa qualidade que tendem a ressecar e amarelar.

 Fonte: Adaptação de GazetaWEB

quarta-feira, 3 de abril de 2013

10 closets decorados (e organizados!)

Para além do mobiliário planejado, o closet pode – e deve – ter uma atmosfera sofisticada e atraente de sala de vestir. É uma área pessoal, na qual podem ser inseridas doses generosas de criatividade. Abaixo, dez exemplos e inúmeras ideias. 


À francesa
O closet da casa localizada nos Jardins, em São Paulo, segue o estilo clássico francês de todo o imóvel. Devido à generosidade de seus 25 m², o ambiente oferece boa área de circulação, atendendo ao desejo dos moradores. Os armários desenhados pelo arquiteto Jorge Elias, autor do projeto, e executados pela marcenaria Fenix receberam detalhes dourados e espelhos nas portas. O pé-direito de 3 m permitiu usar um grande lustre de cristal, criando uma sofisticada composição com o papel de parede de chinoiserie da Schumacher, de Nova York, a cortina de tafetá de seda da também nova-iorquina Clarence House e o recamier da Jorge Elias Boutique.


Espaço de relaxamento
Em seu apartamento, em São Paulo, a arquiteta Zize Zink projetou uma acolhedora sala de vestir que ocupa 16 m². Ali, ela não apenas troca de roupa, mas também recebe massagem e escuta música para relaxar, em um espaço com décor que traduz sua personalidade. A mistura da geometria presente no papel de parede da Espaço Paper e no carpete da Clatt com a chaise, executada pela Decoramelo e revestida de tecido do Empório Beraldin, cria um quê psicodélico – reforçado pelas almofadas com tecidos da Celina Dias, confeccionadas por Carolina Seguim. Os armários executados pela Origem Marcenaria têm acabamento externo de laca branca fosca e portas revestidas de espelho.


Em seu devido lugar
Localizado entre o quarto e o banheiro, o closet de 33 m² desta casa, construída em Goiânia, GO, foi concebido pela arquiteta Valéria Oliveira para manter tudo muito organizado. As paredes do ambiente têm móveis planejados da Gave, com portas de correr forradas de espelhos, e, no espaço entre elas, ficam uma banqueta de apoio, da Via Condotti, e um módulo com gavetas para guardar acessórios. Um dos destaques do espaço é o projeto de iluminação, que se valeu de discos de polímero embutidos no forro, dotados de lâmpadas fluorescentes. Já em rasgos no teto, minidicroicas oferecem uma bem-vinda iluminação pontual nas portas dos armários.


Uma sala de vestir
Para este apartamento, em São Paulo, os moradores solicitaram ao arquiteto Sig Bergamin uma ampla sala de vestir em vez de um closet convencional. Os armários executados pela Ornare são de madeira laqueada no tom barbante, criando harmonia com a cortina de linho Armani, do Empório Beraldin, as banquetas de Renée Behar e o tapete persa dos proprietários. Também são deles o abajur com base de Murano, que insere iluminação pontual no canto do ambiente, a cadeira e a escrivaninha. Para reproduzir a cor das roupas com fidelidade cromática, o projeto luminotécnico de Rodrigo Jardim utilizou lâmpadas halógenas bipino embutidas no teto.


Como uma loja
Os moradores da casa no Jaboatão dos Guararapes, PE, queriam que o amplo closet fosse projetado para dar a sensação de que estivessem em uma loja. Assim, todas as paredes do espaço de 50 m², concebido pelo arquiteto André Carício, receberam mobiliário de madeira laqueada de branco, com cabideiros e nichos para bolsas, malas e outros itens, executado pelo marceneiro Maurício da Silva. Na parede do fundo, painéis de acrílico leitoso com luz embutida atrás do cabideiro criam uma iluminação difusa e cênica. Destacam-se no ambiente duas sapateiras dispostas no eixo central sobre o carpete de madeira da Habitare.

À vista e sob proteção
O apartamento de um casal na região de Kensington, em Londres, tem o closet
de 32 m² dividido em duas áreas: uma para o marido, e outra para a mulher. Projetados pelo estúdio de design londrino Casa Forma, que recentemente abriu filial no Brasil, os ambientes possuem módulos para guardar as roupas por estação – primavera, verão, outono e inverno. No closet dela (foto), prateleiras revestidas de veludo evitam arranhões nas bolsas exclusivas da moradora, e gavetas com frente de vidro facilitam a visualização das roupas. Ali, o mobiliário feito em marcenaria é laqueado de branco. Já na área do marido, foi confeccionado com ébano-de-macassar.


Espelhos em profusão
O arquiteto Jayme Bernardo abusou dos espelhos no closet do apartamento em Curitiba, PR. O objetivo era permitir que os proprietários tivessem grandes planos de visualização de corpo inteiro, bem como ampliar ainda mais o espaço de 29 m². Esta área foi dividida na ala da mulher e do marido. Além de setorizar as roupas dos moradores, a separação facilita o acesso à sala de banho. Os armários de MDF rovere pérola, projetados pelo arquiteto e executados pela Formaplas, têm acabamento de vidros Cristallo e Crema, com detalhes de vidro Tessuto, tudo da Cinex. No décor, pendente Penélope, da Interpam, tapete da Persépolis e pufe de couro da Vila Sierra.


Entre laca e espelhos
O closet projetado pelos designers de interiores Beto Galvez e Nórea de Vitto para um casal paulista tem dois espaços distintos: do marido e da mulher. No ambiente feminino (foto), foram usadas peças modulares da Ornare com acabamento de laca casca de ovo. Um módulo fechado abriga a sapateira, que tem porta de correr forrada de espelho. Sobre o tapete da Avanti, fica a banqueta revestida com um elegante veludo pistache da Rubelli.


Tradução do contemporâneo
O branco e o preto imperam neste closet, em São Paulo, e harmonizam-se com os espelhos solicitados pela moradora. O resultado é um espaço contemporâneo e clean, projeto de Cristina Hamoui. No centro do ambiente, ficam o pufe e a poltrona de veludo preto, da Artefacto, e as paredes receberam armários de laca branca, da Ornare. As portas de correr foram revestidas de vidro e espelho – uma das folhas esconde o acesso ao banheiro.


Com direito a penteadeira
Alumínio e MDF com microtextura foram os acabamentos escolhidos para o closet da Ornare, destinado a uma empresária de moda. No projeto de Vanessa Féres, o ambiente de 10 m² fica separado do quarto por uma porta de correr de vidro. Em um revival das penteadeiras, a arquiteta projetou uma peça de MDF laqueado de branco, com painel de espelho central e iluminação embutida nas laterais, proporcionando a luz ideal para a moradora se maquiar.

Fonte: Casa Vogue #331